Andre Luiz Mencalha

Laboratório de Biologia do Câncer (LABICAN) | UERJ
Possui graduação em Ciências Biológicas - Genética pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2004). Mestrado - Controle da Expressão Gênica de vias de Reparo DNA (2006) e Doutorado em Biofísica - Vias de Sinalização em Câncer (2010) pela UFRJ no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, Pós-doutorado/PNPD/INCa (2012). Atualmente atua como Professor Associado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Fundador e coordenador do Laboratório de Biologia do Câncer (LABICAN). Jovem Cientista do Nosso Estado/FAPERJ (edital: 2015 e 2018), Procientista/UERJ (editais: 2015, 2018 e 2022), Cientista Nosso Estado/FAPERJ 2023. Experiência na área de Biologia e Bioquímica Molecular, Genômica, Mecanismos moleculares relacionados ao controle da expressão gênica, Diagnóstico molecular, Melting de Alta Resolução (HRM); Epigenômica; Instabilidade Genética; Mecanismos de Reparo de DNA; Biomarcadores; Microambiente Tumoral, Biologia do Câncer, Radio e Fotobiologia, Biofotonica,Terapia Fotodinâmica.
Projeto
BIOLOGIA DO CÂNCER: NOVAS PERSPECTIVAS PARA AS PROTEÍNAS DE REPARO DE DNA E DA FOTOBIOLOGIA
Resumo de divulgação científica
As nossas células possuem um DNA que é onde estão guardadas todas as informações importantes para a vida da célula. Por isso, o DNA precisa de uma manutenção constante para evitar que este se danifique e tenha erros.

Assim, nossas células possuem várias moléculas que são as guardiãs e operárias do DNA. Estas moléculas vigiam e consertam nosso DNA em caso de erros. As células do câncer usam essas moléculas operárias para fazer modificações no DNA que favoreçam elas, assim o câncer pode crescer muito rapidamente, ficar agressivo e se espalhar pelo corpo. Então, entender como o câncer controla as moléculas guardiãs/operárias que corrigem o DNA pode ajudar a melhorar alguns tratamentos, até mesmo descobrir novos, e medicamentos que tem como alvo a relação entre o câncer e estas moléculas. Se entendermos como o câncer pode controlar as moléculas operárias, podemos então interferir nessa relação para que possamos combater o câncer. Nesse projeto, buscamos usar inibidores farmacológicos de funções dessas moléculas que corrigem o DNA e, ainda, testamos outras formas de alternativas de tratamentos, diferentes do convencional, como por exemplo aplicando luz (sob a forma de Laser e ou LED). O Laser/LED apresentam propriedades que podem interferir nas células, visto que já são amplamente utilizados em clínicas de estética, na dermatologia, pelos dentistas, na fisioterapia dentre outras atividades relacionas a saúde. Com isso, esperamos encontrar novas formas de tratamento para combater o câncer e aumentar as possibilidades de cura ou a qualidade de vida das pacientes.
Equipe
Pós-graduação
Mariana Moreno Rodrigues
Mateus de Almeida Rainho
Técnica
Dra. Daphne Pinheiro da Silva
Marcia Soares dos Santos