Morgana Teixeira Lima Castelo Branco
E-mail: morgcb@gmail.com
Professora Adjunta
Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) | UFRJ
Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1987) e doutorado em Ciências Biológicas (Biofísica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1994). Atualmente é professora do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Imunologia, com ênfase em Imunologia Celular, Imunologia Tumoral e Imunoparasitologia atuando principalmente nos seguintes temas: Linfomas Gástricos, Neoplasias de Pulmão, Resistência a Múltiplas Drogas, Doença Inflamatória Intestinal, Citocinas, Doença de Chagas, Fitoterápicos e Helicobacter pylori.
Projeto
Potencial Farmacológico de Espécies da Amazônia Brasileira: Atividade Antineoplásica de Manilkara huberi
Resumo de divulgação científica
: A biodiversidade da região amazônica e seu potencial biotecnológico têm sido intensamente discutidos ao longo dos anos, e o número de espécies de plantas em estudo dessa região tem aumentado. O extrativismo indiscriminado e perda de grandes áreas florestais na região amazônica representam uma constante ameaça a esse patrimônio, uma vez que muitas espécies podem desaparecer sem terem sido estudadas. O emprego de plantas medicinais com fins terapêuticos é uma prática que se tem utilizado ao longo da história da humanidade. Seu uso tem sido cada vez mais sofisticado, como por exemplo a Química moderna isolando os compostos ativos das plantas e trazendo benefícios adicionais, como baixa toxicidade e potencial para combater doenças resistente a drogas. O uso de espécies amazônicas como plantas medicinais para tratar diversas patologias incluindo o câncer tem sido relatado. No Brasil, onde a morbidade devida ao câncer só é superada pelas doenças cardiovasculares, as estimativas preveem o aparecimento de cerca de 704.000 novos casos de 2023 a 2025, fazendo desta doença um importante problema de saúde pública. Sabe-se que 60% das drogas hoje em uso clínico derivam de produtos naturais, e sendo o Brasil possuidor da maior biodiversidade do planeta, buscar novas alternativas para o tratamento do câncer utilizando essa diversidade das plantas da Amazônia será bastante útil, revertendo para a sociedade os investimentos em pesquisa e desenvolvimento.
Equipe
Pós-Doutorado
Pós-graduação
Técnica
Alyson do Rosário Junior
Colaboradores
Heitor Siffert Pereira de Souza – Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ)
Janaina Fernandes – Pólo Xerém (UFRJ/DC)
Juliana Maria Gomes da Motta – IBqM (UFRJ)
Mariana Paranhos Stelling (UFRJ e IFRJ)
Mauro Sérgio Gonçalves Pavão – IBqM e Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ)
Vivian Mary Barral Dodd Rumjanek – IBqM (UFRJ)
Janaina Fernandes – Pólo Xerém (UFRJ/DC)
Juliana Maria Gomes da Motta – IBqM (UFRJ)
Mariana Paranhos Stelling (UFRJ e IFRJ)
Mauro Sérgio Gonçalves Pavão – IBqM e Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ)
Vivian Mary Barral Dodd Rumjanek – IBqM (UFRJ)