Fabio de Almeida Mendes

Professor Associado
Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) | UFRJ
Pós-Doutorado na Universidade da Califórnia Los Angeles (UCLA) na área de Biologia Celular e do Desenvolvimento (2008-2011). Doutorado em Ciências Morfológicas PCM/UFRJ (2006); Mestrado em Ciências Morfológicas PCM/UFRJ (2001) e Graduação em Ciências Biológicas modalidade Genética na UFRJ (1998). É Docente do curso de graduação em Ciências Biológicas, modalidade médica (Biomedicina). Diretor de Gestão do ICB (2018-atual). É o atual Coordenador do anatômico da UFRJ (2016-atual). É docente dos Programas de Pós-Graduação em Ciências Morfológicas (PCM) do ICB/UFRJ, de Pós-Graduação em Anatomia Patológica da Faculdade de Medicina/UFRJ e do Mestrado Profissional em Ensino de Biologia (PROFBIO Rede Nacional). Desenvolve projetos de pesquisa nas áreas de Biologia Celular, Sinalização Celular, Oncobiologia e Neurociências para desvendar os mecanismos celulares e moleculares da tumorigênese no cérebro. Atua também em projeto na área de Ensino de Biologia, desenvolvendo programa de mentoria com professores da Educação Básica.
Projeto
IDENTIFICAÇÃO DE ASSINATURA MOLECULAR E ALVOS TERAPÊUTICOS DE CÉLULAS TRONCO DE TUMORES CEREBRAIS PARA TERAPIA BASEADA EM MEDICINA DE PRECISÃO
Resumo de divulgação científica
O Glioblastoma (GBM) é o tumor mais agressivo do sistema nervoso central, derivado de astrócitos, sendo, portanto, classificado como um astrocitoma. A literatura mais recente aponta como os principais responsáveis pela resistência do glioblastoma ao tratamento com radioterapia e quimioterapia e a consequente recidiva do tumor a presença de células tronco tumorais (CTT), também chamadas células iniciadoras de tumor. Até o momento já foram identificadas quinze subpopulações de CTT com marcadores específicos que podem ou não ser expressos concomitantemente. A quantidade dessas subpopulações dentro da massa tumoral varia substancialmente entre diferentes pacientes podendo representar menos de 30% ou chegar a 69% de todas as células da massa tumoral. Nosso trabalho tem como objetivo isolar essas subpopulações de CTT de pacientes diagnosticados com glioblastoma e identificar diferenças fisiológicas entre elas para caracterizar uma assinatura molecular para cada subpopulações de células tronco de glioblastoma e tentar identificar possíveis alvos para terapias.
Equipe
Pós-Doutorado