Adriane Regina Todeschini
E-mail: adrianet@biof.ufrj.br
Professora Associada no Campus Duque de Caxias
Instituto de Biofisica Carlos Chagas Filho (IBCCF) | UFRJ
Chefe do Laboratório de Glicobiologia Estrutural e Funcional
Instituto de Biofisica Carlos Chagas Filho (IBCCF) | UFRJ
Coordenadora do Laboratório Multiusuários de Modelos Biológicos
Instituto de Biofisica Carlos Chagas Filho (IBCCF) | UFRJ
Possui graduação em Farmácia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1992), mestrado e doutorado em Química de Produtos Naturais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Doutorado sanduíche na Universidade da Califórnia, San Diego e pós-doutorado na Universidade de Washington em Glicobiologia do câncer. É Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ e pesquisadora 1D do CNPq. Dedica-se ao estudo dos mecanismos moleculares do reconhecimento celular mediado por carboidratos. Acredita que os glicoconjugados
atuam como sensores de alterações metabólicas induzidas pelo ambiente e participam da plasticidade celular. Estuda as alterações no glicofenótipo celular induzidas por doenças metabólicas como câncer e diabetes com foco na biossíntese de hexosaminas.
atuam como sensores de alterações metabólicas induzidas pelo ambiente e participam da plasticidade celular. Estuda as alterações no glicofenótipo celular induzidas por doenças metabólicas como câncer e diabetes com foco na biossíntese de hexosaminas.
Projeto
NOVOS ALVOS PARA A TERAPIA DO GLIOBLASTOMA MULTIFORME
Resumo de divulgação científica
Embora a O-GlcNAcilação de proteínas e a resposta ao estresse de Retículo Endoplasmático (RE) tenham sido separadamente associadas a diversos eventos da biologia do câncer, a relação destes processos no contexto de câncer ainda é pouco esclarecida. O glioblastoma multiforme (GBM) é um astrocitoma grau IV e é considerado o tumor cerebral primário maligno mais comum. A terapia padrão é baseada em cirurgia de ressecção máxima, seguida de radioterapia e quimioterapia. No entanto, o GBM é caracterizado como extremamente resistente à terapia, resultando em recorrência do tumor. Portanto, ainda há uma necessidade urgente de desenvolver novas estratégias terapêuticas. Na busca por novos alvos terapêuticos para o tratamento de glioblastoma multiforme, avaliaremos a relação da O-GlcNAcilação de proteínas e da Resposta ao estresse de RE sobre processo de autofagia e morte de células cancerosas.
Equipe
Pós-graduação
Amanda Vergueiro Leonel
Ana Luiza dos Santos Lopes
Daianne Neves Mandarino Torres
Hector Franco Barbosa Rhault Loponte
Letícia Rodrigues Vilas Diniz
Matheus Tavares Lima
Mariana Amorim Thaumaturgo da Silva
Philippe Caloba Oliveira de Mattos Cruz
Tadeu Monteiro da Silva Moraes
Thiago Barbosa Cahu
Rafael Pereira Ferreira
Victória Alícia Cunha Ferreira
Victoria Trindade Maller Carvalho
Vitória Elisabeth Maciel Bordini
Ana Luiza dos Santos Lopes
Daianne Neves Mandarino Torres
Hector Franco Barbosa Rhault Loponte
Letícia Rodrigues Vilas Diniz
Matheus Tavares Lima
Mariana Amorim Thaumaturgo da Silva
Philippe Caloba Oliveira de Mattos Cruz
Tadeu Monteiro da Silva Moraes
Thiago Barbosa Cahu
Rafael Pereira Ferreira
Victória Alícia Cunha Ferreira
Victoria Trindade Maller Carvalho
Vitória Elisabeth Maciel Bordini
Graduação