Felipe Rodrigues Siston

Fundação do Câncer - FAF
Coordenador do Núcleo de Divulgação Científica do Programa de Oncobiologia
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Jornalista doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com interesse nas condições de pesquisa cidadã, popular e interdisciplinar, em especial nos campos da comunicação ao desenvolvimento e ao cuidado humano. Atua como divulgador científico no Programa de Oncobiologia, sediado no Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), articulando na cidade do Rio cerca de dez instituições com pesquisas em câncer e mais de 550 cientistas. É também pesquisador independente na BEM+ Laboratório Informal (www.laboratorioinformal.org), célula de ciência cidadã da Biblioteca Engenho do Mato (BEM). Contou com a bolsa Nota Dez da Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (FAPERJ) para desenvolver, no doutorado, uma metodologia de pesquisa-ação autobiográfica, conectando as dimensões de cuidado e território nos estudos sobre transparência do desenvolvimento, realizados no mestrado de Relações Internacionais na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde foi financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Seguiu a pesquisa de doutorado com a Especialização em Saúde Mental e Atenção Psicossocial na Fiocruz. Atuou como assistente de pesquisa da FGV nas investigações sobre as Estratégias Culturas de saúde mental em Manguinhos, uma cooperação internacional entre a Fiocruz e a Queen Mary London University. Foi pesquisador pós-doutoral no Projeto Engajadamente, cooperação internacional entre a UnB e a Universidade de Oxford. Em mais de uma década e meia de carreira profissional, atuou pela efetivação de direitos, desde organizações nacionais e internacionais, como o Centro de Informação Pública das Nações Unidas no Brasil e outras agências do sistema ONU. Trabalhou também como pesquisador e jornalista no Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) nos tópicos voltados para a Democratização do Estado e da Economia. Na promoção da saúde, atende parceiros como o movimento Comer pra Quê? e foi um dos coordenadores do projeto Jovens Comunicadores, idealizado pela Associação Experimental de Mídia Comunitária Bem TV, com jovens das periferias de Niterói, São Gonçalo e Rio de Janeiro, somando-se ao combate da desinformação em saúde desde 2020 e a pandemia da Covid-19.
Projeto
POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA DO CÂNCER NA INTERFACE ENTRE COMUNICAÇÃO E DESIGUALDADE SOCIAL
Resumo de divulgação científica
O câncer é uma doença permeada por desigualdades sociais. No Brasil, milhares de pessoas por ano enfrentarão o câncer em meio a dificuldades de acesso à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao tratamento. Este projeto quer ouvir essas experiências e transformar essas histórias em conhecimento compartilhado. A proposta envolve moradores, profissionais de saúde, estudantes e pesquisadores, usando a comunicação popular e a ciência cidadã para criar conteúdos que falem sobre o câncer de forma acessível. A experiência-piloto acontece em Niterói (RJ), com a criação de podcasts gravados num estúdio aberto à comunidade em parceria com a Unidade Médica de Família do bairro periférico. A ideia é fazer com que a ciência esteja mais próxima das pessoas, promovendo a prevenção do câncer e o combate às desigualdades.
Equipe
Graduação
Maiara dos Santos da Silva
Vitória Gomes dos Santos