Matias Eliseo Melendez
E-mail: matias.melendez@inca.gov.br
Pesquisador Visitante
Instituto Nacional do Câncer - INCA
Bolsista Produtividade em Pesquisa CNPq (Nível PQ-2). Possui graduação em Licenciatura en Genética - Universidad Nacional Misiones (Argentina - 2004) e mestrado em Genética e Biologia Molecular pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Brasil - 2006). Apos um período de um ano trabalhando com a proteína pro- apoptótica TRAIL/Apo2L na National University of Ireland - Galway (NCBES-NUI Galway-Irlanda - 2007), realizou o seu doutorado na Université Claude Bernard Lyon 1 (França - 2007_2011) trabalhando na produção de vetores virais derivados do vírus da Herpes Simplex Humana de tipo 1. Posteriormente realizou pós-doutorado (FAPESP) no Hospital de Câncer de Barretos (Brasil), trabalhando na área de terapia gênica oncolítica. Atualmente é Professor e Pesquisador no Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Rio de Janeiro, Brasil. Tem experiência na área de Genética e Biologia Molecular e Celular. Atualmente trabalha no desenvolvimento de vetores virais derivados do virus HSV-1, desenvolvimento de proteínas recombinantes derivadas de glândulas veneníferas e inovação em diagnóstico molecular.
Projeto
MODIFICAÇÃO GENÉTICA DE LINFÓCITOS T PARA A IMUNOTERAPIA DO CÂNCER
Resumo de divulgação científica
A medicina personalizada oferece de forma individual, para cada paciente, uma terapia específica, fundamentada na análise das características tumorais do próprio paciente. Um dos genes mais frequentemente mutado associado a tumores sólidos, é o gene KRAS. O mesmo encontra-se alterado em até 97% dos casos de cânceres pancreáticos. Embora o gene KRAS tenha sido o primeiro oncogene descrito para tumores humanos, há mais de 30 anos, não existe atualmente terapia alvo contra o mesmo, fazendo com que a terapia oncológica seja baseada em quimioterápicos tradicionais. O projeto tem por objetivo produzir um vírus recombinante de HSV-1 em linhagens celulares derivadas de adenocarcinoma de pâncreas, para medicina personalizada oncolítica viral. Acreditamos que a identificação de genes virais herpéticos, cuja deficiência possa ser suprida por variantes oncogênicas no gene KRAS permitirá o uso da tecnologia oncolítica viral para medicina personalizada.
Equipe
Pós-graduação
Técnica
Maria Antonia Wasseman
Daniella Cesar
Daniella Cesar