Juliana de Mattos Coelho Aguiar
E-mail: jumcoelho@gmail.com
Professora Adjunta
Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) | UFRJ
Possui graduação em Ciências Biológicas modalidade Genética pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2008), obtida com diploma de dignidade acadêmica no grau CUM LAUDE. Doutorado em co-tutela pelo Programa de Ciências Morfológicas (PCM), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e pela Ecole Doctorale Signalisations et Réseaux Intégratifs en Biologie (BIO-SigNE), da Université Paris-sud XI (2012). Foi pesquisadora do Laboratório de Biomedicina do Cérebro, do Instituto Estadual do Cérebro Paulo Niemeyer (IECPN) no Rio de Janeiro, de 2014-2020. Professora adjunta na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde julho/2019. Realiza suas pesquisas nos temas: biologia do desenvolvimento, biologia celular, células-tronco da crista neural, sistema nervoso entérico. Atualmente estuda o desenvolvimento do sistema nervoso entérico (SNE), com ênfase na diferenciação de células gliais à partir dos progenitores da crista neural, bem como a função de célula progenitora do SNE adulto que a glia entérica pode desempenhar, e também se dedica a investigar as consequências da infecção congênita do virus Zika para o desenvolvimento auditivo. Mãe de 2 filhos, esteve em licença maternidade em 2013 e 2018.
Projeto
PAPEL DA GLIA ENTÉRICA REATIVA NA CÂNCER COLORRETAL
Resumo de divulgação científica
O câncer colorretal (CCR) é o terceiro mais prevalente em todo o mundo, sendo o segundo mais letal. No mesmo microambiente do câncer, existem outros tipos de células que podem influenciar o comportamento das células tumorais, como a glia entérica (GE). A GE e os neurônios formam o sistema nervoso que controla o funcionamento do nosso sistema digestório. Essa célula, a GE, tem funções importantíssimas no funcionamento normal do nosso intestino. Entretanto, em condições de inflamação ou de câncer, podem funcionar de forma alterada, se tornando pró-inflamatórias, e podendo até contribuir para o crescimento do tumor. Esse projeto se propõe a entender como moléculas secretadas pela GE podem influenciar no comportamento das células tumorais do CCR, verificando ainda se existe diferença no comportamento delas quando o tumor possui mutação para os genes KRAS ou TP53, mutações encontradas com grande frequência nos tumores de CCR.
Equipe
Pós-Doutorado
Graduação
Gabriele Domingos Jardim
Mariana Tavares de Assis Ribeiro Soares
Julia Teixeira Tavares Técnico
Dr. Fabio Jorge Moreira da Silva
Mariana Tavares de Assis Ribeiro Soares
Julia Teixeira Tavares Técnico
Dr. Fabio Jorge Moreira da Silva