Daiana Vieira Lopes Alves
E-mail: daiana.alves@nupem.ufrj.br
Professora Adjunta
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Pesquisadora no Laboratório Integrado de Morfologia
Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (NUPEM) | UFRJ
Professora Adjunta de Histologia - Macaé/UFRJ e colaboradora do Programa de Pós Graduação em Saúde Materno-Infantil do IPPMG/UFRJ. Pesquisadora do NUPEM - Macaé/UFRJ (Laboratório Integrado de Morfologia) e Núcleo de Investigação Transdisciplinar da Saúde da Criança e Adolescente - Hospital Pediátrico (IPPMG/UFRJ).
Integrante do Grupo do CNPq: Grupo Integrado de Pesquisa em Morfofisiologia e Patologia - UFRJ. Possui graduação em Ciências Biológicas - Modalidade Médica (formada com Diploma de Dignidade Acadêmica no Grau MAGNA CUM LAUDE) e Doutorado em Ciências Morfológicas pelo Programa de Ciências Morfológicas ambos da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pós Doutorado no Centro de Investigacion del Cancer (CIC - Universidad de Salamanca; Salamanca/Espanha). Tem experiência na área de Morfologia, com ênfase em Citologia, Biologia Celular, cultura de células (animal e humana), Microscopia e Histologia; e Oncologia Experimental. Vasto conhecimento em Biologia Molecular e Citogenética Molecular (Hibridização in situ Fluorescente - FISH). Atuando principalmente nos seguintes temas: medula óssea, leucemia linfoblástica aguda, resistência à quimioterapia, células estromais da medula óssea, obesidade, sistema imune inato (macrófagos) e tumores sólidos pediátricos, em especial Neuroblastoma. Foi Professora Temporária de Histologia e Embriologia da UFRJ campus Macaé de setembro de 2011 a outubro de 2012, ministrando classes a diferentes cursos das áreas de Ciências da Saúde (Medicina, Enfermagem, Nutrição, Farmácia e Biologia). Fez parte de um projeto de cooperação Brasil/Espanha financiado pelo CNPq, no qual atuou como Pós-doc no Centro de Investigación del Cáncer da Universidade de Salamanca (Salamanca - Espanha), e continua esse trabalho de pesquisa na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde deu inicio a um serviço de apoio diagnóstico no Hospital Pediátrico (IPPMG/UFRJ) e no Laboratório Integrado de Morfologia (LIM) do Núcleo de Investigação da UFRJ-Macaé (NUPEM) para realização de hibridização in situ em tumores sólidos e leucemias agudas. Participa do Programa de Oncobiologia do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis/UFRJ desde 2014. Membro da Comissão de Segurança Biológica - NUPEM desde julho de 2018 e presidente da mesma Comissão desde 2021, até a presente data. Líder do grupo de pesquisa CNPq "Grupo Integrado de Pesquisa em Morfofisiologia e Patologia" dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5650730401559015). ID ORCID: orcid.org/0000-0002-1936-1952; http://www.researcherid.com/rid/J-6208-2016.
Integrante do Grupo do CNPq: Grupo Integrado de Pesquisa em Morfofisiologia e Patologia - UFRJ. Possui graduação em Ciências Biológicas - Modalidade Médica (formada com Diploma de Dignidade Acadêmica no Grau MAGNA CUM LAUDE) e Doutorado em Ciências Morfológicas pelo Programa de Ciências Morfológicas ambos da
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Pós Doutorado no Centro de Investigacion del Cancer (CIC - Universidad de Salamanca; Salamanca/Espanha). Tem experiência na área de Morfologia, com ênfase em Citologia, Biologia Celular, cultura de células (animal e humana), Microscopia e Histologia; e Oncologia Experimental. Vasto conhecimento em Biologia Molecular e Citogenética Molecular (Hibridização in situ Fluorescente - FISH). Atuando principalmente nos seguintes temas: medula óssea, leucemia linfoblástica aguda, resistência à quimioterapia, células estromais da medula óssea, obesidade, sistema imune inato (macrófagos) e tumores sólidos pediátricos, em especial Neuroblastoma. Foi Professora Temporária de Histologia e Embriologia da UFRJ campus Macaé de setembro de 2011 a outubro de 2012, ministrando classes a diferentes cursos das áreas de Ciências da Saúde (Medicina, Enfermagem, Nutrição, Farmácia e Biologia). Fez parte de um projeto de cooperação Brasil/Espanha financiado pelo CNPq, no qual atuou como Pós-doc no Centro de Investigación del Cáncer da Universidade de Salamanca (Salamanca - Espanha), e continua esse trabalho de pesquisa na Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde deu inicio a um serviço de apoio diagnóstico no Hospital Pediátrico (IPPMG/UFRJ) e no Laboratório Integrado de Morfologia (LIM) do Núcleo de Investigação da UFRJ-Macaé (NUPEM) para realização de hibridização in situ em tumores sólidos e leucemias agudas. Participa do Programa de Oncobiologia do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis/UFRJ desde 2014. Membro da Comissão de Segurança Biológica - NUPEM desde julho de 2018 e presidente da mesma Comissão desde 2021, até a presente data. Líder do grupo de pesquisa CNPq "Grupo Integrado de Pesquisa em Morfofisiologia e Patologia" dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/5650730401559015). ID ORCID: orcid.org/0000-0002-1936-1952; http://www.researcherid.com/rid/J-6208-2016.
Projeto
ESTUDOS DA BIOLOGIA DE NEUROBLASTOMAS: ASPETOS CELULARES, MOLECULARES, IMUNOFENOTÍPICOS E TEREPEUTICOS
Resumo de divulgação científica
O câncer é a principal causa de morte por doença em crianças e adolescentes. No entanto é altamente curável se diagnosticado e tratado precocemente, nos estágios iniciais da doença, chegando a mais de 70% a taxa de sobrevida. Deste modo, o diagnóstico precoce e preciso é um grande desafio. O Neuroblastoma (NB) é o tumor sólido extracraniano mais comum na infância e possui características únicas: pode ser um tumor altamente letal, mesmo com tratamento agressivo, até um tumor diferenciado com regressão espontânea. O NB Apresenta consistentes alterações moleculares incluindo amplificações de determinadas regiões gênicas características, além de perda e ganho de regiões alélicas específicas. Além disso, possui uma grande variabilidade molecular tanto intraclonal (células tumorais de um mesmo paciente) quanto entre os pacientes. O tratamento mais comum é o cirúrgico associado ou não a quimioterapia ou radioterapia, entretanto em NB de alto risco se utiliza a abordagem de diferenciação forçada através do uso de retinóides. Dentro deste contexto, o estudo gerando maior conhecimento da biologia dos NB é de extrema importância, o que reflete num melhor diagnóstico diferencial e abordagem terapêutica, resultando em um melhor prognóstico.
Equipe
Pós-graduação
Técnica
Anna Beatriz dos Santos Salgado
Maria Aparecida de Oliveira
Maria Aparecida de Oliveira
Colaboradores
Alberto Orfao (Universidad de Salamanca)
Danielle Cabral Bonfim (UFRJ)
Elaine Sobral da Costa (UFRJ | IPPMG)
UFRJ/Macaé
Cíntia Monteiro de Barros
Cristiane de Sá Ferreira Facio
Juliana do Nascimento da Silva
Raquel Gestinari
Ricardo de Mattos Santa-Rita
Danielle Cabral Bonfim (UFRJ)
Elaine Sobral da Costa (UFRJ | IPPMG)
UFRJ/Macaé
Cíntia Monteiro de Barros
Cristiane de Sá Ferreira Facio
Juliana do Nascimento da Silva
Raquel Gestinari
Ricardo de Mattos Santa-Rita